Pakauwah:
o animal de poder da quinta dimensão
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por Carminha Levy
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Obviamente quando trabalhamos com o xamanismo na terceira dimensão e conseguimos acessar a quarta (o etérico) já estamos ampliando a nossa consciência utilizando recursos instintuais. O que agora nós lhes apresentamos é a possibilidade de ultrapassarem a quarta dimensão e adentrarem a quinta através da energia desse animal de poder tão especial que é o Pakauwah.
Como o xamã
primordial que desde então percorria as multidimensionalidades, agora ele o faz
com o auxílio do Pakauwah. Esse animal que faz parte de nós, como o nosso
animal de poder também o faz, precisa ser chamado e para tal o xamã necessita
de um grau de autoconhecimento que o sacralize, pois ele atua a partir do
interior do coração de onde viaja para a quinta dimensão. Convém lembrar que na
quarta dimensão nós acessamos o etérico e que na quinta já saímos do corpo e
estamos no eterno agora – sem tempo e
nem espaço.
nem espaço.
O Pakauwah não é um animal igual ao que nós conhecemos, mas ao mesmo tempo é igual, pois o que muda é a sua forma que curiosamente durante a viagem vai se transmutando.
Para conhecer o Pakauwah pressupõe-se que você tenha os conhecimentos
básicos sobre o Xamanismo e saiba diferenciá-lo do seu animal de poder.
Formas como o Pakauwah geralmente se apresenta:
O Pakauwah pode ou não ter uma forma conhecida. Necessariamente não se
apresenta como seus animais de poder, o que vai caracterizá-lo é a
atitude brincalhona, irreverente, porém o que mais o caracteriza são as cores
vibrantes psicodélicas envoltas por luz neon. Não tenham muitas expectativas de
encontrá-lo na primeira viagem, se vocês forem praticantes usuais do xamanismo
com o uso do som do tambor poderão ter um bom êxito. Essa busca, não esqueçam,
ocorre na quinta dimensão. Mas todos que tiverem intenção clara, determinação
de ampliar suas consciências irão com certeza encontrar o animal que Adamus nos
presenteou e abençoou.
Façam a pergunta se ele é seu animal Pakauwah prestem atenção às mudanças pelas quais ele vai passando.
Façam a pergunta se ele é seu animal Pakauwah prestem atenção às mudanças pelas quais ele vai passando.
O Pakauwah nos foi dado como um auxiliar, na busca de um novo corpo que
nos leva à Ascensão como Ser Total na Nova
Energia e na Nova Terra para a qual nos dirigimos
como a Terra onde jorrará o leite e o mel.
Eles são muitíssimo alegres e sempre ensinam
através de metáforas ou mesmo de pegadinhas. Vou contar para vocês meu primeiro
encontro com o Pakauwah. Estávamos no Grupo de Xamanismo Avançado – Os
Cavaleiros da Luz – fazendo nossas primeiras tentativas de encontrá-lo. O tema
da viagem xamânica era a busca da prosperidade, o Pakauwah de cada uma iria
levar-nos à Fonte de onde vem essa energia.
Minha primeira surpresa é que ao invés de meu poderoso leão, me aparece um cachorrinho poodle que latia sem parar. Inicialmente eu ignorei-o, mas o tempo ia passando e nada do leão poderoso e o bichinho não parava de latir, subir no meu colo e o jeito foi segui-lo. Ele me leva até uma mesa de cozinha vazia e coberta com uma longa toalha branca. Fico frustrada e penso: “Esse cachorrinho de Pakauwah não tem nada.” Óbvio que ele ouviu meu pensamento, arreganhou os dentes para mim e puxou a toalha. Qual não foi meu espanto quando vejo debaixo da mesa uma imensa cornucópia de ouro da qual saía sem parar frutas de todas as espécies, flores perfumadas e milhões de moedas de ouro.
Moral da história: meu Pakauwah me ensinou a não ser tão arrogante (eu esperava o leão e o que veio foi um minúsculo poodle – cachorrinho de madame) e a praticar a confiança e a entrega, não tendo uma idéia pré-concebida de onde as coisas podem acontecer, pois jamais imaginaria uma cornucópia mágica debaixo de uma simples mesa de cozinha. Acolham o Pakauwah e a sua grande sabedoria e estejam certos de que vocês terão sempre lhes guiando um grande e irreverente sábio.
Minha primeira surpresa é que ao invés de meu poderoso leão, me aparece um cachorrinho poodle que latia sem parar. Inicialmente eu ignorei-o, mas o tempo ia passando e nada do leão poderoso e o bichinho não parava de latir, subir no meu colo e o jeito foi segui-lo. Ele me leva até uma mesa de cozinha vazia e coberta com uma longa toalha branca. Fico frustrada e penso: “Esse cachorrinho de Pakauwah não tem nada.” Óbvio que ele ouviu meu pensamento, arreganhou os dentes para mim e puxou a toalha. Qual não foi meu espanto quando vejo debaixo da mesa uma imensa cornucópia de ouro da qual saía sem parar frutas de todas as espécies, flores perfumadas e milhões de moedas de ouro.
Moral da história: meu Pakauwah me ensinou a não ser tão arrogante (eu esperava o leão e o que veio foi um minúsculo poodle – cachorrinho de madame) e a praticar a confiança e a entrega, não tendo uma idéia pré-concebida de onde as coisas podem acontecer, pois jamais imaginaria uma cornucópia mágica debaixo de uma simples mesa de cozinha. Acolham o Pakauwah e a sua grande sabedoria e estejam certos de que vocês terão sempre lhes guiando um grande e irreverente sábio.
Carminha Levy é psicóloga transpessoal, psicodramatista, terapeuta corporal, arte terapeuta e Mestra xamã desde 1981. É introdutora do neo-xamanismo no Brasil e criadora do xamanismo matricial, uma vertente das práticas xamânicas que restaura o poder do feminino. Fundou a Paz Geia Instituto de Pesquisas Xamânicas, a primeira escola de xamanismo brasileira. Ministra Workshop’s por todo o Brasil e Europa. Conhecida e reconhecida Internacionalmente por seu trabalho brilhante, sério e inovador.
Paz Geia - www.pazgeia.org.br
Esse Texto foi escrito especialmente pela Carminha Levy à meu pedido, para ser publicado aqui no Blog Cida Medeiros.
Para atender a crescente busca pela compreensão do que vem a ser o animal de poder da quinta dimensão conhecido como Pakauwah.
Eu, testemunho a riqueza dessa experiência e posso dizer que nas Jornadas Xamânicas tanto individuais como as realizadas em grupo, a energia do Pakauwah move uma poderosa energia de cura.
Vale a pena fazer essa viagem, e dar a si mesmo, a oportunidade de conhecer essa dimensão de cura e autoconhecimento.
Gratidão Imensa à Carminha Levy!
Eu, Cida Medeiros, falei!
Ahow!
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